Mas o propósito desse post não é falar das datas criadas com finalidade comercial, mas quero fazer breve digressão sobre as datas desta natureza e, com especial atenção, ao Dia das Mães.
Essas datas trazem em minha mente a sensação de oportunidade! Oportunidade de rememorar, reatar alguns laços e fortalecer outros! A reflexão dos meus atos diante da representação simbólica da data...
E então? E o Dia das Mães?
Inicio lembrando de fatos de aproximadamente 30 anos, do meu primeiro dia de aula no então Jardim 1, quando diante do minha insegurança, minha deixou-me retornar no dia seguinte. Lembro-me dos cochilos à tarde embalados por fitas K7s do Roberto Carlos ou da dupla ocasional Chico e Betânia. Lembro-me também do colo no sofá da sala durante a novela das 8. Lembro-me disso e muito mais!
Os anos passaram e o lugar comum dessas lembranças é a PRESENÇA que permeou todos os momentos de vazio, insegurança e de desacertos, com firmeza algumas vezes, docilidade em outras, mas sempre com muito amor!
Essa é minha mãe! E assim são as mães (não falo aqui das aberrações cada vez mais constantes), presentes na vida dos filhos, para acalentar, brigar, apoiar, orientar, para amar!
Hoje, com minha família, tenho isso muito forte, vejo meu pequeno acalentado e confortado por sua mãe, presente, carinhosa e firme em todos os momentos, adequando-se àquilo que a situação exige.
Bendito não era só o de Maria, mas são todos os ventres de mães, biológicos ou afetivos, que acolhem a centelha divina da vida de seus filhos! Bendito é o caminho das mães, sua força, sua missão e seu amor! Feliz Dia das Mães!
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